sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Sentimentos, desabafos e o que espero do próximo ano

Apesar da grande ansiedade que sinto hoje como "luta" interior de não gostar de aspirar a casa e por isso estar a adiar o quanto posso (e enquanto isso vai-me dando as "fomes anormais" fruto da ansiedade que este comportamento gera), tenho estado espantada com a sensação de paz que sinto cá dentro.
Considero-a "anormal" pois tenho muito entre mãos agora e nos próximos tempos e tenho todas as razões e mais algumas para me sentir ansiosa, stressada e assustada. No entanto, maior do que esses sentimentos sinto uma hgrande paz que se tem conseguido sobrepor a tudo o resto.
Tão bom!!!!
Aguarda-me um mega-destralhamento no próximo ano e que espero intensifique este sentimento.
É isto que me mostra que apesar de tudo o que volta a sobrar para mim, eu estou a fazer o que é certo e por isso me sinto bem com a tomada de posição que tomei.
Esta semana também vou a uma festa de 3 aniversários das minhas sobrinhas por parte do meu falecido marido e vou dar finalmente a noticia à minha cunhada de que não vou este ano (e provavelmente os próximos) ao almoço de natal em casa dela como é habitual.
Ela não tem culpa nenhuma, mas alguns dos meus cunhados têm tido um comportamento que me incomoda em relação à minha filha e como não sou capaz de passar por cima disso, prefiro não ir.
Na última vez que estive num aniversário com a familia do meu falecido marido até acabei por ouvir uma conversa entre alguns dos sobrinhos e cunhados a debater se eu seria "uma cunhada ou ex-cunhada" (uma vez que o elemento que me tornava cunhada já morreu. Não fiquei chocada com a dúvida ou debate, mas fiquei triste por ningiém ter dito que isso não tinha importância pois é só um "título" e eu sou uma pessoa, não sou apenas um nome. Doeu um pouco pensar que isso de alguma forma é que pode definir a relação deles comigo.

Não foi este facto (recente) que pesou, já que no último natal eu tinha tomado esta decidsão ao ver o frete que o meu filho foi fazer para essa festa de natal. Afinal, é muito por ele que eu mantenho esta ligação com a familia do meu falecido marido. Há duas/três cunhadas que me merecem toda a consideração e carinho pois têm demonstrado por acções o quanto me continuam a acarinhar como se ele cá estivesse. Há 2 cunhados que me tratam bem e não passaram a ignorar a minha existência, como aconteceu com quase todos os sobrinhos. Convidam-me para os respectivos aniversários e tratam os meus filhos de igual forma.
A dura de roer é a cunhada mais velha que decidiu ostensivamente recusar a minha filha como sendo parte da familia e as filhas seguiram a sua bitola. Também nem me desgasto, mas por ser com a minha filha incomoda-me o suficiente para eu não os querer perto dela sequer.
O facto de quando o meu marido era vivo vir quase toda a familia ao aniversário do nosso  filho e de agora só virem habitualmente as minhas 3 cunhadas e de vez em quando mais alguém, é bastante ilucidativo do que significa o sobrinho para eles.
Vou ser sincera, com 2 ou três oportunidades no ano para estarmos juntos - natal, o aniversário da minha cunhada mais nova e da minha sobrinha- para o meu filho eles também significam muito pouco e daí ele fazer um frete para passar um dia com eles.
O ano passado acabei por ficar tão desgatada que pensei que preferia não ir do que estar a ir só por mim, já que o resto da familia é indiferente à situação.
Este natal foram muito menos prendas para oferecer - a lista passou de 49 pessoas para 22 pessoas- mas mantive as minhas queridas cunhadas e a minha sobrinha pois merecem o meu respeito e carinho.
Sinto que o novo ano vai ser mais virado para dentro e para aquilo que EU preciso, embora isso para mim também englobe a minha familia pois considero-nos um todo, dentro das nossas individualidades. Também como já disse será um ano muito dedicado a libertar-me do passado pois pesa-me bastante e eu tenho-me libertado de muita coisa e nem tenho conseguido absorver convenientemente essas vitórias e ainda guardo muita carga emocional em forma de objectos, papéis, recordações...Está na altura de comemorar vitórias, sentir-me orgulhosa de mim e libertar-me do medo que me prende ao chão e não me deixa voar.
No próximo ano eu quero voar! Acho que é uma boa meta, signifique ela o que significar. Se me senitr mais leve e livre eu terei vencido.
PS: para começar o próximo ano a voar um pouco mais leve, perdi mais uns gramitas. São poucos mas não serão recuperados pois são fruto de uma perda gradual e de uma alimentação equilibrada  e cuidada mas sem restrições. Eu aceito e congratulo-me com esta perda de 200gr.

2 comentários:

  1. Que bom que perdeu mais um peso :) fico felizz
    Que dieta está fazendo? Beiijos

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  2. Su, desejo-te um 2014 cheio de coisas boas, espero que consigas alcançar os teus objectivos e que consigas Voar!

    Beijos/ A Mãe

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